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O Princípio da Sustentabilidade foi introduzido na RIO 92, ou ECO 92, como é mais conhecida a Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (CNUMAD), que em junho de 1997 reuniu mais de 180 nações que se comprometeram a reservar um futuro mais promissor para as próximas gerações.
A sustentabilidade abrange o desenvolvimento econômico como eixo principal do desenvolvimento humano. Sem a sustentação econômica, não há futuro consistente, não apenas os organismos com finalidade econômica, empresas e profissionais liberais, mas todas as atividades sociais, políticas, ambientais e educacionais requerem sustentação econômica, sem as quais não haverá sobrevivência institucional. Daí ser a questão econômica a primeira prioridade. Porém, esta não é suficiente, nem qualitativamente aceitável, se ferir os princípios de direitos fundamentais do homem ou se não atender ao ser humano e não respeitar o meio-ambiente.
Qualquer atividade econômica que não vise como fim o ser humano, já tem seu fim previamente prescrito. A atividade empresarial e institucional é necessariamente voltada ao bem-estar do ser humano. Daí ser a questão social a segunda prioridade da sustentabilidade.
A nossa sobrevivência e responsabilidade, como administradores deste planeta, depende do respeito que dedicarmos ao ambiente no qual estamos inseridos. Respeitar a vida, não só a humana, mas animal e vegetal é imperativo, assim como o reino mineral, aquático, terrestre e atmosférico do qual depende nossa sobrevivência. Preservar o bem ambiental é a terceira prioridade da sustentabilidade.
Para desenvolver e manter nosso desenvolvimento, a educação não só é ferramenta, mas fim para se manter a dinâmica do desenvolvimento através do conhecimento, das inovações e da criatividade humana. Desenvolver o ser humano está intrinsecamente ligado a lhe fornecer atributos para melhorar suas decisões, que é justamente a educação. A educação é o quarto vetor da sustentabilidade e assim está na quarta prioridade da sustentabilidade.
Não podemos dispensar nenhuma delas, estão sempre interligadas. Assim se desenvolveu a humanidade. Temos hoje uma responsabilidade maior, pela grande capacidade de exercer poder de transformação muito maior do que nossas forças braçais. Este mesmo poder poderá nos levar à autodestruição se não dermos o direcionamento do desenvolvimento que queremos.
Temos uma responsabilidade como criação pelo que o nosso Criador nos confiou.
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