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A perspectiva de 20 anos do papel do Brasil no cenário nacional e internacional vem crescendo na atenção pública brasileira e internacional. Este espaço abre a possibilidade de visualizar trabalhos, projetos e programas de longo prazo no Brasil e na América do Sul. Os links remete a conteúdos estruturados.
Os textos remetem a publicação temáticas relacionadas ao tema. Envio-nos suas opiniões a respeito ou outros links inteligentes.
Quando a Comunidade Européia, na década de 70, foi obrigada a enfrentar enormes desafios diante da Guerra Fria, da competição americana e japonesa e dos regimes ainda totalitários dentro da Europa, os Presidentes dos 10 países mais importantes da Europa lançaram uma iniciativa de formular uma Visão da Europa mais 30 anos. Reuniram os melhores intelectuais das mais diversas linhas de pensamento como Bertrand de Jouvenel, Karl Sontheimer, Ralph Dahrendorf, entre muitos outros e fizeram com que debatessem suas visões de uma Europa em 30 anos. Este documento teve forte repercussão nas comunidades política, acadêmica e empresarial dos países. Muitos dos cenários eram contraditórios, mas davam a abrangência das possíveis tendências a que a Europa poderia se enveredar. Neste documento acham-se idéias como uma moeda única, uma força de paz conjugada, um parlamento europeu e muitas outras que hoje fazem parte do cotidiano da União Européia. Em uma das conferências posteriores, lembramo-nos de que um dos partícipes deste processo criativo e imaginário relatou que, para ele, o mais incrível fora ter percebido o que outros colegas de outros países, com diferentes culturas e experiências pensavam a respeito e que isto tem moldado profundamente seu novo modo de pensar. Certamente estas referências acadêmicas e políticas da época moldaram novas lideranças no espírito mais europeu.  
Esta experiência levada ao campo do Brasil e sua inserção na região quer pelo Mercosul ou pela América do Sul e sua atuação no âmbito internacional poderá moldar futuras lideranças na busca de concepções e soluções na Integração da América Latina e na moldagem desta interação mundial.
O Brasil entra em um novo ciclo de crescimento e de desenvolvimento sustentado. O direcionamento que daremos a este desenvolvimento afetará diretamente o povo brasileiro, na mais diferentes regiões, a economia domestica e a orientação política, social e ambiental do país.
Exercitar o pensar mais 20 anos levará aos interessados a se envolverem na moldagem de nosso futuro e abrir os aspectos das possibilidades e refletir sobre os impactos, positivos e negativos. Se conseguirmos com uma boa prática de dados, transparência de objetivos e qualidade de reflexão expressarmos nossas possibilidades e nossos objetivos, que certamente não serão coincidentes, estaremos praticando  um exercício de cidadania e de responsáveis pela nossa contribuição no contexto mundial.
O Projeto Brasil mais 20 anos por sua natureza não termina por termos um objetivo móvel, é uma iniciativa de participação interativa entre àqueles que se sentem motivados a dar suas contribuições nos campos de relevância institucional e pessoal para os próximos 20 anos.
Os cenários apontados são de responsabilidade dos autores ou das fontes citadas e não necessariamente coincidem entre si. A divergência e a multiplicidade devem dar o caráter do possível e imaginável perante o desejável.
Em 20 anos estaremos conferindo o que pensamos, divulgamos e o que fizemos VOCE e NÓS!

CEAL

O Conselho Empresarial da América Latina, CEAL, é uma organização composta por líderes de negócios da América Latina, Porto Rico e Miami. Ela foi criada há 28 anos com o principal objetivo de incentivar a participação de seus membros em fluxos de comércio e cooperação em todas as áreas em que o setor privado pode ajudar a fortalecer os seus laços mútuos e progresso socioeconômico dos respectivos países.

O CEAL formalmente nascido em 19 de fevereiro de 1990 na Cidade do México com a finalidade de buscar a integração de empresários latino-americanos e construir uma comunidade empresarial unida em torno do desenvolvimento econômico e social na América Latina.

Consciente desta responsabilidade, nos seus 28 anos de atividade, CEAL tem incentivado a participação da iniciativa privada como um agente de mudança, alcançando hoje reúne mais de 500 líderes empresariais, diretores e acionistas de empresas e grupos empresariais, agrupados em cerca de 20 capítulos.

Hoje, a CEAL procura manter sua liderança como a voz de negócios na América Latina, promovendo a troca de ideias, espaços de diálogo e ação para assumir os desafios de hoje regionais e o desafio de alcançar a América Sem Fronteiras.

O Princípio da Sustentabilidade foi introduzido na RIO 92, ou ECO 92, como é mais conhecida a Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (CNUMAD), que em junho de 1997 reuniu mais de 180 nações que se comprometeram a reservar um futuro mais promissor para as próximas gerações.
A sustentabilidade abrange o desenvolvimento econômico como eixo principal do desenvolvimento humano. Sem a sustentação econômica, não há futuro consistente, não apenas os organismos com finalidade econômica, empresas e profissionais liberais, mas todas as atividades sociais, políticas, ambientais e educacionais requerem sustentação econômica, sem as quais não haverá sobrevivência institucional. Daí ser a questão econômica a primeira prioridade. Porém, esta não é suficiente, nem qualitativamente aceitável, se ferir os princípios de direitos fundamentais do homem ou se não atender ao ser humano e não respeitar o meio-ambiente.
Qualquer atividade econômica que não vise como fim o ser humano, já tem seu fim previamente prescrito. A atividade empresarial e institucional é necessariamente voltada ao bem-estar do ser humano. Daí ser a questão social a segunda prioridade da sustentabilidade.
A nossa sobrevivência e responsabilidade, como administradores deste planeta, depende do respeito que dedicarmos ao ambiente no qual estamos inseridos. Respeitar a vida, não só a humana, mas animal e vegetal é imperativo, assim como o reino mineral, aquático, terrestre e atmosférico do qual depende nossa sobrevivência. Preservar o bem ambiental é a terceira prioridade da sustentabilidade.
Para desenvolver e manter nosso desenvolvimento, a educação não só é ferramenta, mas fim para se manter a dinâmica do desenvolvimento através do conhecimento, das inovações e da criatividade humana. Desenvolver o ser humano está intrinsecamente ligado a lhe fornecer atributos para melhorar suas decisões, que é justamente a educação. A educação é o quarto vetor da sustentabilidade e assim está na quarta prioridade da sustentabilidade.
Não podemos dispensar nenhuma delas, estão sempre interligadas. Assim se desenvolveu a humanidade. Temos hoje uma responsabilidade maior, pela grande capacidade de exercer poder de transformação muito maior do que nossas forças braçais. Este mesmo poder poderá nos levar à autodestruição se não dermos o direcionamento do desenvolvimento que queremos.
Temos uma responsabilidade como criação pelo que o nosso Criador nos confiou.
Contribua com sua opinião e ação no Fórum das Idéias.

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