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Tivemos uma grande surpresa em 2013, quando milhares de brasileiros protestaram contra a Copa do Mundo, pedindo por mudanças abrangentes na política brasileira, contra a má qualidade dos serviços públicos na educação, transporte e saúde, bem como contra a corrupção. Estes protestos atingiram todas as classes políticas e a evolução destes movimentos resultou em reivindicações da sociedade civil brasileira, cuja agenda foi assumida pela opinião pública e também pelo Judiciário. Os fatos levaram o Congresso a aprovar uma lei draconiana contra a Corrupção e transparência na gestão pública-privada, levando empresários bem conhecidos a julgamento e prisão, entre alguns políticos de muitos partidos. A pressão da sociedade civil para uma melhor gestão, com transparência, sem corrupção culmina com o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O processo de impeachment com base na Constituição brasileira, foi amplamente divulgado na mídia e acompanhado pela Sociedade Brasileira com toda a atenção.

O vice-presidente Michel Temer assumiu o cargo de forma interina e selecionou ministros de experiência internacional económicas da zona: Henrique Meirelles (ex-presidente do Banco Central), José Serra dos Negócios Estrangeiros, Ilan Goldfajn do Banco Itaú para o Banco Central, entre outros. Ele também definirá novos rumos na política brasileira, com base na recuperação da reestruturação economia, redução de estado, privatização e de pensão. A composição de menos Ministérios visava Congresso, esperando para aprovação em projetos difíceis, alguns deles exigindo maioria de 2/3 com as mudanças constitucionais.

O sistema de coalizão presidencial, definido pela Constituição de 1988, obriga o presidente a compor uma maioria no Congresso, que atualmente tem mais de 22 partidos. A dificuldade de governança neste sistema é evidente e exige uma reforma política democrática, com fortalecimento poucos partidos com forte presença. Os partidos políticos, não só no Brasil, já não podem responder para acelerar as questões levantadas pela sociedade civil altamente conectada, bem informada e mobilizada. A reforma exige inovações nos sistemas representativos, utilizando mecanismos de consulta e decisões informatizados do partido. A transparência e eficiência na gestão, com ética, sem corrupção torna-se imperativo. Os processos anti-corrupção vão continuar.

Esta tendência de mobilidade da sociedade civil estende-se de forma democrática na América Latina, em proporções rápidas. As consequências podem ser, na melhor das hipóteses, o fortalecimento das instituições democráticas, a integração e mobilidade, dando curso desenvolvimentos muito interessantes de uma nova classe média que está conectada. Por outro lado, o risco é induzir a tendências populistas, sem sustentabilidade social e econômica de médio e longo prazo.

Com base no exposto, o que está acontecendo no Brasil é altamente indicativo de que pode acontecer na América Latina nos próximos anos.

Tendências para 2016 no Brasil:

PIB (4%); A inflação de 7,2%; INTERR 14,25%; BRL / US 3,6; BRL / UE 4,10; UplyR 11%; TrdBal 50bi;

FDI 50bi; IndProd 81%; GrPDebt 68%; NetPDebt 39%; Intres 375bi; CoConInd 65%; BusCoInd 78%.

Recuperação da confiança, retorno de investimentos e, consequentemente, maior consumo, a abertura da economia.

A reação brasileira de recuperação pós-crise é historicamente a mais forte. Algumas empresas estão se preparando para isso iniciando investimentos, comprando ações e expandindo na América Latina.

Argentina, Brasil, Chile, mais uma vez retornarão ao mercado.

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Estratégia: preparar-se para a recuperação 2017. exportações a longo prazo. ambiente instável, mas com oportunidades muito interessantes. O Brasil vai recuperar a sua posição de liderança em LA.

Ingo Plöger é empresário, engenheiro economista, conselheiro de empresas nacionais e internacionais e presidente da IP Desenvolvimento Empresarial e Institucional.